24 de nov de 2008

MAIS UM CORNO BRAVO...

Ei Luciana,
falei aí no Verbo ontem, falo aqui hoje: é preciso uma maior reflexão sobre o tipo de cobertura que se dá a esses casos "espetaculosos" no Brasil.

Sou a última voz a defender qualquer tipo de censura ou mesmo auto-censura, mas sou francamente favorável à adoção de algum tipo de "código de ética" ou de conduta, que evite disseminar esse comportamento nitidamente doentio. E não precisa ser escrito; aliás, é melhor que não o seja. E quem o descumprir que assuma o vexame e a repreensão dos demais veículos ou de suas representações sindicais e classistas.

Quanto ao imbecil sequestrador, resta claro que a galhada o incomoda. Provavelmente para se auto-afirmar como macho, promove este novo ato covarde, que apenas serve para demonstrar o quanto frouxo é. Galhada provavelmente merecida!

E lá no nordeste não tem todo o aparato necessário para se proteger mais esse bandido, não... Se bobear, o caboclo chifrudo acaba linchado.

2 comentários:

Luciana G. disse...

Cara, cheguei a fazer um breve estudo do caso Eloá, do ponto de vista do comportamento da imprensa, para um ciclo de aulas para um grupo de treinantes.

Não tenha dúvidas: foi o Big Brother real o maior promotor de toda a confusão. Polícia e cada passo das negociações sendo acompanhados ao vivo - trocentas pessoas dando palpite.

O casal, mais a mocinha do triângulo amoroso, assistindo tudo na TV, deviam estar maravilhados, bem mais do que os 15 minutos de fama da encomenda...

Tanto é assim que a Nayara quis voltar - lá dentro estava bem melhor do que cá fora, claro!

O que se espera do caso do Maranhão é exatamente que as pessoas envolvidas consigam se sair melhor dessa. Vamos esperar...

LP disse...

Lu!

Quando você me pediu pra checar isso aqui, não imaginava que seria essa suruba, como você já disse nem sei mais onde! rsrsrs

Tá ficando mais caliente, o entra e sao, não os textos, que os escritos da Filó! rsrs

E falando nisso, porque a Filósofa não participa dessa suruba? me parece que o knowhow da sacanagem é mais dela, não? Chame a moça de volta!

Beijo do comentarista número um da Filósofa!